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Investigação portuguesa traz nova vida a doentes com implantes cardíacos electrónicos

O estudante de doutoramento em Sustentável de Sistemas de Energia no âmbito do Programa MIT Portugal desenvolveu o sistema transcutâneo não invasivo para recarregar baterias de dispositivos médicos implantáveis.
Trata-se de um sistema composto por uma unidade geradora de energia, uma unidade transmissora e uma unidade receptora (implantável). A ideia é transferir energia eléctrica para o interior do corpo humano para alimentar próteses ou dispositivos eléctricos e electrónicos a vários níveis de tensão e de potência.

António Abreu pormenoriza que “do ponto de vista de tensões elevadas obtidas, é possível obter uma tensão de cerca de 750 V destinada a desfibrilhar o coração e permitir a reanimação de uma pessoa na sequência de uma paragem cardíaca. Para tensões mais reduzidas é possível accionar mecanismos electromecânicos e, adicionalmente, recarregar baterias e permitir o diagnóstico e reprogramação dos implantes sem descarregar a bateria existente para esse mesmo efeito”.

Até ao momento não existia nada semelhante pelo que o trabalho do investigador português, actualmente a desenvolver investigação no Laboratório Nacional de Energia e Geologia, é inovador. António Abreu gosta de associar a palavra “inovação” ao facto do “sistema consistir em conseguir efectuar o procedimento ultrapassando obstáculos como interferências electromagnéticas e separação entre o exterior e o interior, associada à espessura do tecido dérmico”.

O sistema traz melhorias para o doente tais como redução do número de intervenções clínicas, dos riscos inerentes às operações, dos custos associados à doença, tanto para o Estado como para o paciente. Um doente com implantes cardíacos electrónicos é submetido a cirurgias para mudar as baterias de cinco a sete anos. Com este sistema deixa de ser necessário o procedimento cirúrgico porque as baterias passam a ser recarregáveis através da energia que atravessa o corpo por via transcutânea.

António Abreu acrescenta que “o processo desenvolvido também permite definir um consumo de energia personalizado, isto é, o fluxo de energia pode ser regulado e adaptado de acordo com as necessidades do dispositivo electrónico e da patologia do paciente. Ela garante simultaneamente o fornecimento de energia e a um canal de comunicação com o operador no exterior para efeitos de diagnóstico e reprogramação do implante. Nestas circunstâncias, não haverá demanda de energia a partir da bateria interna”.

Este sistema permite ainda a recarga da bateria logo após um episódio de sinistro, “sossegando” o doente, promove o conforto e a qualidade de vida e é aplicável noutro tipo de patologias, como é o caso de corações electromecânicos, bombas insulínicas, próteses mecânicas e próteses oculares.

Já estão a ser efetuados testes mas de acordo com as estatísticas o período ronda os 5 anos. A responsabilidade pelos ensaios clínicos é do fabricante mas a da conceção, do ponto de vista eletrotécnico é minha, no valor seguro de 1.000.000,00 euros.

Pássaro raro na Península Ibérica foi avistado em Tarragona

Um observador de pássaros descobriu em Março passado, em Tarragona, Catalunha, uma espécie de ave extremamente rara na Península Ibérica, o rabirruivo-mourisco (“Phoenicurus moussieri”).

Trata-se de um pássaro muito pequeno, com uma plumagem negra na parte superior e avermelhada na inferior, com uma franja branca nos olhos. É endémico Magrebe (noroeste africano: Marrocos, Argélia, Tunísia e Líbia) e muito dificilmente é avistado na Europa.

Segundo os especialistas, a explicação para a sua presença pode ser encontrada em algumas tempestades que ocorreram no norte de África e que terão arrastado o pássaro mais para norte.

O rabirruivo-mourisco deixou-se ficar por aquela zona durante uma semana. O avistamento foi homologado pelo Instituto Catalão de Ornitologia, que confirmou ter havido apenas um precedente na Catalunha, em 1985, quando foi observado no Delta do Ebro.

O achado provocou muito furor entre os ornitólogos. Nessa semana dirigiram-se para aquela zona da Catalunha investigadores de toda a Espanha.

Em Portugal, o último avistamento homologado pelo Comité Português de Raridades aconteceu entre 16 de Novembro de 2006 e 14 de Janeiro de 2007, em Sagres.

Turbulência aérea aumentará com as alterações climáticas

A aviação civil poderá, nos próximos anos, sofrer directamente as consequências das alterações climáticas, das quais, dizem vários estudos, é uma das principais responsáveis.

Segundo uma investigação publicada na «Nature Climate Change», a primeira a abordar esta questão, à medida que aumenta a concentração de CO2 na atmosfera, as turbulências que atingem os aviões serão mais frequentes e intensas nos céus do Atlântico norte.

A intensidade poderá aumentar entre 10 e 40 por cento. O espaço aéreo onde será provável que os pilotos encontrem turbulência significativa aumentará entre 40 a 70 por cento. A frequência com que se produz a turbulência pode aumentar 100 por cento, ou seja, o dobro do que hoje existe. Este cenário pode ser realidade em 2050.

O estudo, assinado por investigadores do Centro Nacional para as Ciências Atmosféricas da Universidade de Reading (Reino Unido) foi apresentado durante a Assembleia Geral que a União Europeia de Geociências está a celebrar em Viena, Áustria.

Liderados por Paul D. Williams, os cientistas elaboraram um modelo matemático para simular as alterações que se irão produzir nas correntes de jacto (jet stream) se a quantidade de CO2 presente na atmosfera aumentar para o dobro da actual.

As correntes de jacto são gigantescas massas de ar que se movimentam pela atmosfera. São formadas pelas diferenças de temperatura entre os pólos da Terra e o Equador e estendem-se ao longo de milhares de quilómetros.

As turbulências de ar claro são especialmente difíceis de evitar porque os pilotos não as conseguem detectar, visto que nem os satélites nem os radares que levam a bordo as podem localizar. É este tipo de turbulência que aumentará devido às alterações climáticas.

Cai chuva dos anéis de Saturno

Estudo publicado na «Nature» realizado por investigadores do Laboratório de Propulsão a Jacto, da NASA

A atmosfera superior de Saturno contém água. Isto os cientistas já sabiam. O que não sabiam e descobriram agora é que a água vem dos anéis que rodeiam o planeta. Na investigação publicada na «Nature», explica-se que a chuva cai em grandes áreas deste planeta, influenciando a composição, estrutura e temperatura da atmosfera. “Saturno é o primeiro planeta a mostrar uma interacção significativa entre a atmosfera e o seu sistema de anéis”, diz James O’Donoghue, autor principal do estudo.

Esta chuva tem como efeito principal ‘apagar’ a ionosfera de Saturno, reduzindo drasticamente a densidade de electrões nas regiões em que cai. Este efeito explica por que razão, durante muitas décadas, se observaram densidades electrónicas invulgarmente baixas em algumas latitudes do planeta.

Um dos principais motores do ambiente e do clima da ionosfera de Saturno, através de vastas extensões do planeta, são partículas dos anéis situados a 200 mil quilómetros, diz Kevin Baines, co-autor do artigo e investigador no Laboratório de Propulsão a Jacto, da NASA.

No início dos anos 80, as imagens da sonda Voyager, da NASA, mostravam duas a três faixas escuras em Saturno. Os cientistas teorizaram que a água poderia ter caído nelas a partir dos anéis. Essas bandas só voltaram a ser vistas em 2011.

As observações recentes com o telescópio Keck II, do Observatório Keck, em Mauna Kea, no Hawai, mostraram essa interacção entre os anéis de Saturno e a ionosfera. Quando os cientistas fizeram o rastreio do padrão de emissão de uma determinada molécula de hidrogénio formada por três átomos em vez dos habituais dois, observaram uma série de faixas claras e escuras cujo padrão imitava os anéis do planeta.

As investigações vão continuar com novas observações da nave espacial Cassini.

Música estimula o desenvolvimento intelectual e social dos jovens

Estudos recentes sobre a actividade cerebral comprovam que a interacção com a música pode influenciar acções cognitivas que não estão directamente relacionadas com ela, principalmente nas gerações mais jovens. O córtex cerebral organiza-se à medida que nos envolvemos em diferentes actividades musicais e as capacidades relacionadas com esta área adaptam-se a outro tipo de acções com um processo cognitivo semelhante.

Estudos sobre estes temas serão apresentados no simpósio «Music, Poetry and the Brain», organizado pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa (UNL) e pelo Goethe- Institut, a realizar no dia 25 de Maio, na Reitoria da UNL. A programação, não direccionada apenas a especialistas em música ou neurociência, está a ser coordenada por Armando Sena (Lisboa) e Robert Zatorre (Montreal).

As investigações mostram que a música e o discurso oral partilham uma série de sistemas de processamento cognitivo, pelo que as experiências musicais melhoram a percepção da linguagem, o que por sua vez facilita a aprendizagem da leitura.

Experiências com crianças de oito anos com apenas oito semanas de educação musical demonstraram que havia melhorias na cognição perceptual quando comparadas com o grupo de controlo. O envolvimento activo com a música aguça a capacidade cerebral para registar sons linguísticos.

O discurso oral faz um uso extensivo da audição dos padrões estruturais que se baseiam nas diferenças do timbre entre fonemas. A educação musical desenvolve capacidades que melhoram a percepção destes padrões, que, por sua vez, são fundamentais para desenvolver a atenção fonológica e aprender a ler com sucesso.

“Desenvolvimento cognitivo não existe
sem desenvolvimento sensorial e motor”

Tocar um instrumento ajuda a melhorar a capacidade de recordar as palavras através do desenvolvimento da região temporal esquerda do cérebro. O mesmo estudo realizado com crianças de oito anos demonstrou que os participantes com educação musical fixaram mais 17 por cento da informação do que aqueles que não tinham educação musical.

Helena Rodrigues, professora da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e especialista em psicologia da música explica que “o desenvolvimento cognitivo não existe sem desenvolvimento sensorial e sem desenvolvimento motor. A música apresenta um forte potencial em termos de estimulação a este nível”.

Afirma também “que não se pode falar em desenvolvimento cognitivo sem considerar também o desenvolvimento social. E aqui, a música apresenta também todo um potencial de transformação capaz de ajudar crianças com necessidades educativas especiais – quer as que apresentam dificuldades de aprendizagem como as sobredotadas, que são também especiais”.

A especialista refere que “em Portugal há vários estudos realizados nesta área. Não posso deixar de destacar o trabalho realizado no Laboratório de Música e Comunicação na Infância do Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas que, não obstante ser um equipamento recente, conta já com duas teses de doutoramento muito relevante no âmbito do estudo do desenvolvimento musical na infância”.

Está também a decorrer o Projecto Opus Tutti que tem um carácter musical significativo, “voltado para a infância e apoiado pela Fundação Calouste Gulbenkian”.

No entanto, continua a faltar investimento na educação musical no nosso país. “A educação pré-escolar e o primeiro ciclo de escolaridade são a altura em que se aprende mais e mais depressa. Por isso, deveria haver um investimento muito maior na educação e no apoio social que é dado a esta faixa etária”. A investigadora diz não ter dúvidas que “uma cuidada educação musical nos primeiros anos de vida pode ser um factor extremamente relevante para a promoção do sucesso educativo e do bem-estar social”.

O que é violência no relacionamento e no namoro?

Violência no namoro e no relacionamento é um padrão de táticas coercivas e abusivas empregadas por uma pessoa num relacionamento para obter poder e controle sobre outra pessoa. Pode assumir várias formas, incluindo violência física, coerção, ameaças, intimidação, isolamento e abuso emocional, sexual ou económico.

Os relacionamentos abusivos podem incluir violência sexual, que é uma forma de violência física. Amar alguém não significa que nunca podes dizer “não” ao sexo. Não importa que tipo de relacionamento tenhas, se fores forçado a fazer sexo, isso é violação sexual. Se fores humilhado ou forçado a ser sexual, de alguma forma, isso é abuso sexual.

A violência no relacionamento é um conjunto de comportamentos, frequentemente, mal compreendidos na nossa sociedade. Podes ter ouvido pessoas dizerem coisas como: “Porque ela/ele/eles ficariam com ele/ela/eles se eles estão a abusar deles?” ou “Porque ela/ele/eles não saem desse relacionamento?” Esses comentários e perguntas podem magoar e culpar a pessoa que está a sofrer essa violência, ao sugerir que o sobrevivente está a fazer algo de errado, invés de culpar o agressor. Na realidade, há uma infinidade de razões pelas quais é difícil abandonar relacionamentos abusivos e, a pessoa que está a sofrer o abuso, é a especialista da sua própria situação.

DEFINIÇÕES

VIOLÊNCIA NO NAMORO:

Violência cometida pela pessoa que mantém ou manteve uma relação social de natureza romântica ou íntima com a vítima.

• A existência de tal relacionamento deve ser determinada com base na declaração da parte relatora e levando em consideração a duração do relacionamento, o tipo de relacionamento e a frequência da interação entre as pessoas envolvidas no relacionamento.

• Para os efeitos desta definição:

• A violência no namoro inclui, mas não se limita, ao abuso sexual ou físico ou à ameaça de tal abuso.

• A violência no namoro não inclui os atos abrangidos pela definição de violência doméstica.

COMPORTAMENTOS ABUSIVOS:

• Crítica destrutiva e ataque verbal: chamar nomes, gozar, acusar, usar palavrões, fazer comentários ou gestos humilhantes, ridicularizar as crenças mais valorizadas.

• Táticas de pressão ou ameaças: pressionar para tomares decisões através da culpa, medo ou intimidação; ameaçar regularmente da sua saída do namoro ou dizer-te para saíres do mesmo; fazer e/ou executar ameaças para te magoar ou a outras pessoas; ameaçar com uma arma, etc.; trancar-te dentro ou fora de casa; levar as crianças; ameaçar de suicídio.

• Abuso emocional: manipular com mentiras ou contradições (fazer “jogos mentais”); fazer-te sentir estúpido/louco (geralmente, isto é específico para qualquer coisa que te faça sentir o pior); não cumprir os acordos; manipular as crianças compartilhadas; recusar a cuidar de ti ou a obter ajuda quando estiveres doente ou ferido; destruir as tuas posses.

• Perseguição: Seguir, assediar ou ameaçar repetidamente; telefonar e enviar mensagens de texto constantemente; esperar por ti fora ou dentro de lugares; observar-te de longe.

• Violência sexual: tratamento degradante; forçar-te a fazer sexo; usar ameaças ou coerção para obter sexo ou atos sexuais; coagir-te a fazer sexo durante ou após um incidente violento.

• Violência física: ser violento contigo, outras pessoas ou animais domésticos; esbofetear; socar; agarrar; chutar; asfixiar; empurrar; morder; segurar-te para evitar que saias.

• Assédio: fazer visitas indesejadas; seguir-te; envergonhar-te em público; recusar-se a sair quando solicitado; acusar-te de sairés com outra pessoa (ser excessivamente ciumento); comunicação obsessiva na web como e-mails, mensagens instantâneas, Facebook, chamadas e mensagens de texto por telemóvel.

• Isolamento: Impedir ou dificultar a visita de amigxs ou parentes; tornar a família e os amigxs tão desconfortáveis ​​que elx não querem mais vir visitar-te; monitorar chamadas do telemóvel; dizer-te onde podes e não podes ir; mudar para um lugar onde não tens suporte.

• Intimidação: Usar olhares, ações ou gestos para te assustar e fazer com que ajas de forma diferente; fazer gestos de raiva ou ameaçadores; agir de forma “louca” ou fora de controle; sujeitar-te a uma direção imprudente; usar o tamanho físico para intimidar (como ficar na porta durante discussões); gritar contigo.

LGBTQIA Violência no relacionamento

Embora muitos aspetos da violência no relacionamento contra Lésbicas, Gays, Bissexuais, Trans ou Queer sejam semelhantes aos vividos por vítimas heterossexuais, não é semelhante em todos os aspetos. Os agressores costumam tentar formas altamente específicas de abuso com base na identidade e na dinâmica da comunidade, incluindo:

• Revelar ou ameaçar a orientação sexual ou identidade de género dx parceirx à família, empregadores, polícia, instituições religiosas, comunidades, em disputas de custódia de crianças ou noutras situações onde isso represente uma ameaça.

• Reforçar o medo de que ninguém vai ajudar a vítima por ser lésbica, gay, bissexual, transgénero ou queer ou, que por essa razão, esse parceirx merece o abuso.

• Por outro lado, justificar o abuso com a noção de que esse parceirx não é realmente lésbica, gay, bissexual, transgénero ou queer (ou seja, a vítima pode ter tido, ou ainda pode ter relacionamentos, ou expressar uma identidade de género, inconsistente com as definições dx abusadorx nestes termos). Isso pode ser usado como uma ferramenta de abuso verbal e emocional, bem como, para aumentar o isolamento da vítima da comunidade.

• Usar a orientação fluída da vítima contra elx – isso pode ser, na forma de dizer, a homens ou mulheres bissexuais que elx não são “realmente” homossexuais ou que a orientação sexual é uma traição ao parceirx do mesmo sexo. Também pode ser usado contra pessoas bissexuais e queer em relacionamentos de sexos diferentes, por meio de ameaças de sair da relação, ou através do questionamento sobre o compromisso do parceirx abusadx com o relacionamento, devido à orientação sexual ou identidade de género.

De acordo com o CDC, 44% das mulheres lésbicas, 61% das mulheres bissexuais, 26% dos homens gays e 37% dos homens bissexuais relatam ter sido vítimas de violação sexual, violência física e/ou perseguição por um parceirx íntimo.

COMO PODES TOMAR CONTA DE TI?

• Não te culpes e não desculpes o comportamento dx parceirx.

• Pensa na tua segurança e cria um plano. Procura a ajuda de amigxs, familiares ou dx teu profissional de saúde.

• Considera o que precisas para estar seguro – quais são os riscos que estás a enfrentar e, como eles podem ser mitigados, mesmo que temporariamente?

• Considera quem pode ajudar a dar-te apoio (amigxs, família, funcionárixs, etc.) e como pode contatá-los.

• Se quiseres abandonar o relacionamento, considera o que necessitas fazer para seres capaz de realizares isso com sucesso.

• Se estás a enfrentar violência sexual ou abuso reprodutivo, considera estratégias para proteger a tua saúde sexual.

• Liga para uma linha de ajuda em caso de crise.

Regiões de Portugal: Uma visão geral

Portugal é uma das regiões mais antigas da Europa, tendo estabelecido as suas fronteiras, que se mantêm iguais desde então, em 1297. Portugal é um reino independente desde 1143 quando o primeiro rei de Portugal, Dom Afonso Henriques confrontou a sua mãe, Dona Teresa de Portugal, Condessa de Portugal. Teresa insurjiu-se contra o Reino de Leon e foi apontada com rainha pelo Papa, apesar de ter sido forçada a aceitar Portugal como uma pais subjacente a Leon. Após o seu envolvimento amoroso com Fernando Perez de Traba, nobre da Galíza, o seu filho Dom Afonso Henriques tomou o seu lugar, derrotando-a, contando com o apoio do Bispo e da nobreza, na batalha de São Mamede em 1128, declarando assim a independência de Portugal, em relação ao reino de Leon.

Portugal está localizado no Oeste da Peninsula Ibérica, idealmente posicionado entre Espanha e o oceano Atlântico. A sua localização geográfica ao longo da costa Atlântica é a razão pela qual se tornou rapidamente um pais á beira mar, dando assim mote a séculos de descobertas e aventuras marítimas.

1415 foi o ano que definiu os séculos que viriam, onde a inovação, visão e coragem que até então não estavam enraizadas na história do país, foram as principais qualidades emergentes. Sob a orientação do Principe Henry, “O navegador”, os Portugueses içaram velas em viagens épicas que fariam deles os primeiros a descobrir os caminhos marítimos para a India, Brasil, China e Japão, enquanto fundaram igualmente raizes em ambas as costas Africanas.

Vestígios desta presença mundial histórica são marcas da cultura Portuguesa. O idioma Português tornou-se um dos mais falados em todo o mundo e os Portugueses foram previligiados por terem sido expostos a tantas civilizações diferentes.

As vantagens naturais de Portugal, como o facto de ser um pais solarengo com uma geografia diversa, fizeram do país um destino de férias bastante escolhido, oferecendo condições túristicas modernas e meios de acomodação personalizados. Visite Portugal e descubra por si mesmo.

Os arquipélagos do Açores e Madeira são afávelmente denominadas como Paraiso do Atlântico (Açores) e Pérola do Atlântico (Madeira). Descobertas durante a era dourada dos descobrimentos, cada arquipélago tem as suas intemporais tradições e atividades culturais.

As regiões de Portugal estão divididas da seguinte forma:

Porto / Região Norte

              A cidade mais famosa da região Norte, deu nome ao seu famoso vinho e a Portugal.

Deverão ser percorridas a pé as zonas mais célebres como a zona ribeirinha assim como a sua vibrante baixa. A Visitar: Palácio da Bolsa, Igreja de Cedofeita, a torre dos clérigos (o ex libris da arquitetura barroca da cidade do Porto), a igreja de São Francisco, de origem Romana com interiores recheados de promenores dourados e a igreja do Carmo, com exteriores em azulejo. Em termos de museus, temos o Soares do Reis, Casa de Serralves (arte contemporânea), Casa Museu de Guerra Junqueiro, e o museu de estilo romântico Quinta da Macieirinha.

Região Centro

A Natureza abençoou esta região com águas termais, que por sua vez originaram o aparecimento de cidades de Spa, tal como Curia e Luso. A generosidade da natureza estende-se também ás paisagens: florestas ancestrais cobrem as montanhas ajudando a preservar a beleza natural, que encontra o seu perfeito paradigma nos bosques do Buçaco. Mosteiros, conventos, castelos e igrejas são as testemunhas de um património histórico, cujo mérito valeu reconhecimento por parte da Unesco.

Lisboa e o Vale de Tagus

Em todo lado podem ser encontrados monumentos que remetem para a grande era dos Descobrimentos, casas pitorescas cujas fachadas são revestidas de azulejos ornamentados. Quando a tarde se transforma em noite, os elétricos amarelos  continuam a subir e descer as colinas da velha capital, enquanto os sons tradicionais do Fado dão vida a muitos jantares á luz das velas nas mesa dos restaurantes, ou nas casas. Mas a capital também proporciona uma ampla oportunidade para ver celebrações populares, fazer compras e para disfrutar da vida noturna ao longo das margens do rio. Com o porto e as marinas localizadas bem perto, os desportos aquáticos são igualmente uma atração.

Alentejo

Os visitantes da região do Alentejo são inicialmente surpreendidos pelos traços marcantes de sucessivas culturas: mesas de madeira e dromoleques, vestígios Romanos e Árabes misturam-se com sinais mais recentes do Cristianismo, exemplificado pelos numerosos castelos medievais que se destacam na vasta planície.

Esta região tem a mais alta amplitude térmica do país (desce até 5 graus C ou sobe até aos 33 graus C) e é também a região com uma menor densidade populacional com horizontes bastante abertos, onde o ritmo de vida segue os sons calmos de canções regionais. 

Algarve

Esta região brilhantemente colorida, com as suas figueiras, laranjeiras e amendoeiras florescidas, é também a região mais verde e fértil. A costa consiste de grandes extensões de fabulosas praias, quebradas pelos penhascos avermelhados e fantásticas grutas.

Para além da vasta oferta em termos de desportos aquáticos (as marinas de Vilamoura e Lagos merecem espcial destaque), existem outras alternativas tais como campos de ténis, campos de golf famosos, hotéis luxuosos e uma excitante vida noturna.

Arquipélago dos Açores

Até os mais céticos visitantes dos Açores serão surpreendidos pelos lagos verde esmeralda e azul safira, pradarias férteis, cones e crateras vulcânicos, hortênsias e azáleas coloridas, igrejas do século 15 e casas majestosas. Esta região lendária é constituída por 9 ilhas com nomes poéticos e tem temperaturas amenas praticamente o ano todo (entre 14 e 22 graus C) e é um abrigo pacífico para uma população de 250000 habitantes, para quem as palavras stress e poluição são raramente ouvidas. 

Arquipélago da Madeira

O clima excecional da ilha da Madeira (entre 16 a 25 graus C) e a sua beleza natural fantástica fizeram dela um dos destinos turísticos mais aclamados. O seu aeroporto internacional proporciona uma conexão fácil com Portugal continental. As estradas em forma de serpente, que se estendem ao longo de árvores, penhascos e quedas de água, são uma verdadeira atracão por si só. Aproximando-se da ilha por via marítima, a Madeira oferece vistas inesquecíveis: as montanhas caem diretamente nos vales, a vegetação densa a crescer nas montanhas, separadas por penhascos ingremes, e com pontos que representam pequenas casas brancas. A linda seleção de flores e frutos tropicais, a temperatura amena, o oceano e as piscinas naturais, uma rica herança cultural, hotéis luxuosos e a vida cosmopolitana do Funchal são alguns dos encantos que

Desigualdade de rendimentos nas freguesias de Lisboa

O município de Lisboa distingue-se do restante território português pelos rendimentos superiores dos seus trabalhadores. Contudo, o município regista níveis de desigualdade mais elevados do que a média nacional. E estas desigualdades não estão distribuídas de forma homogénea pelas freguesias do município.

Em 2009 o município de Lisboa tinha 408 837 trabalhadores, empregados em 35 376 estabelecimentos. O salário médio no município era de 1508 €, mais 500 € do que a média nacional desse ano. Se olharmos para o salário mensal médio tendo em conta o sexo dos trabalhadores, torna-se claro que os homens que trabalham no município de Lisboa recebem em média mais 33,7% do que a média nacional; para as mulheres, esta percentagem é de 30%. Se considerarmos as habilitações literárias dos trabalhadores, vemos que os trabalhadores com o nível 3 ou 4 da CITE são os que são mais recompensados por trabalhar no município de Lisboa; ganham, em média, mais 20,7% do que trabalhadores portugueses com as mesmas habilitações literárias.

Em Lisboa, o rácio S80/S20 é de 6,7. Isto significa que os rendimentos dos 20% mais ricos são quase sete vezes mais altos do que os rendimentos dos 20% menos ricos. Em Portugal este indicador é de 4,8. E em Lisboa os 20% com os rendimentos mais altos ganham 47,2% dos rendimentos totais. Esta percentagem também é elevada quando consideramos Portugal (44,7%).

Considerando, por um lado, os benefícios ao nível dos rendimentos que Lisboa tem face ao resto do país, e, por outro, o nível mais elevado de desigualdades que este município apresenta, tentámos perceber estas aparentes contradições recorrendo a uma análise de agrupamento de dados, em que a freguesia é a unidade de análise. As variáveis “rendimento mensal médio”, “classificação das actividades económicas dos estabelecimentos” e “dimensão dos estabelecimentos” foram usadas para esta análise e permitiram-nos definir quatro tipos de configuração de estabelecimentos económicos nas freguesias do município de Lisboa.

O primeiro perfil identificado, chamado “Tamanho maior; predominância de actividades administrativas e financeiras; rendimentos elevados” inclui treze freguesias: Campolide, Coração de Jesus, Mártires, Santa Engrácia, Santa Isabel, Santa Maria dos Olivais, São Domingos de Benfica, São João de Deus, São José, São Mamede, São Nicolau, São Paulo e São Sebastião da Pedreira. Estas são as freguesias em que os estabelecimentos são maiores: em média têm 13,3 trabalhadores (um número mais alto do que a média do município – 11,5 trabalhadores). Neste agrupamento, 19,1% dos estabelecimentos dedicam-se a actividades administrativas ou a serviços de apoio e 13,6% a actividades financeiras e de seguros. Actividades de informação e comunicação também apresentam uma percentagem relevante neste agrupamento: 8,4%.

As onze freguesias seguintes entram no segundo perfil, “Tamanho médio; predominância de actividades administrativas e financeiras; rendimentos medianos”: Alcântara, Alvalade, Campo Grande, Encarnação, Lapa, Lumiar, Nossa Senhora de Fátima, Prazeres, Santa Catarina, São Cristóvão e São Lourenço e São Jorge de Arroios. Aqui os estabelecimentos têm uma média de 9,5 trabalhadores. Actividades administrativas e serviços de apoio correspondem a 24,2% dos estabelecimentos.

O perfil “Tamanho médio; predominância de actividades administrativas e de comércio; rendimentos medianos” refere-se a catorze freguesias: Ajuda, Alto do Pina, Ameixoeira, Benfica, Carnide, Madalena, Marvila, Mercês, Pena, Sacramento, Santa Maria de Belém, Santo Estêvão, Santos-o-Velho e São Francisco Xavier. Em média, os estabelecimentos deste agrupamento têm 9,1 trabalhadores. A actividade “comércio grossista ou a retalho, reparação de veículos a motor e motas” inclui 18,8% dos estabelecimentos (no município a percentagem desta actividade é de 13,2%) e as actividades administrativas e serviços de apoio correspondem a 25% dos estabelecimentos deste agrupamento.

Finalmente, “Tamanho pequeno; predominância de actividades de comércio e serviços alimentares; rendimentos baixos” é o perfil de quinze freguesias: Anjos, Beato, Castelo, Charneca, Graça, Penha de França, Santa Justa, Santiago, Santo Condestável, São João, São João de Brito, São Miguel, São Vicente de Fora, Sé e Socorro. Como o nome do agrupamento indica, aqui os estabelecimentos têm um número mais baixo de trabalhadores: em média 6,2.

O agrupamento em que o rácio S80/S20 é mais baixo é o agrupamento “Tamanho pequeno; predominância de atividades de comércio e serviços alimentares; rendimentos baixos”: 4,0. Neste agrupamento os 20% mais pobres têm 10,4% do rendimento total, a percentagem mais elevada dos quatro agrupamentos. Isto é, apesar de este ser o agrupamento com o rendimento mensal médio mais baixo, é também o agrupamento onde há uma desigualdade de rendimentos entre trabalhadores mais baixa.

Conclusão

No que diz respeito aos rendimentos dos trabalhadores, o município de Lisboa está em vantagem quando comparado com o resto do país. Em 2009 o rendimento mensal médio do município era superior em 458 € ao rendimento médio nacional. A diferença entre os sexos mostra que a disparidade é maior entre os homens do que entre as mulheres; estes ganhavam mais 579 € (33,7%) em Lisboa do que a nível nacional, estas mais 385 € (30%). Ainda assim, as mulheres que trabalham em Lisboa apresentam um rendimento médio mensal superior ao dos homens quando se considera a realidade do país.

Analisando os rendimentos médios dos trabalhadores tendo em conta as suas habilitações literárias mostra que também aqui o município de Lisboa se destaca face ao resto do país: independentemente das habilitações literárias dos trabalhadores, em média os rendimentos em Lisboa são mais altos do que os rendimentos nacionais.

Para mais, as discrepâncias entre Lisboa e Portugal relacionadas com as habilitações literárias dos trabalhadores revelam-se não só no nível dos salários, mas também no perfil escolar dos trabalhadores. No município de Lisboa as percentagens de trabalhadores com o nível 5 ou 6 ou 3 ou 4 da CITE são substancialmente superiores, enquanto que a relevância daqueles que têm o nível 2 ou 0 da CITE é mais baixa.

Mas a posição aparentemente privilegiada de Lisboa face ao resto do país esconde situações de maior desigualdade e disparidade salarial. O rácio S80/S20 no município de Lisboa é de 6,7, enquanto que, se considerarmos todo o país, o valor deste indicador é de 4,8. Isto significa que apesar do rendimento mensal médio no município de Lisboa ser mais alto do que o nacional, há uma maior disparidade de rendimentos.

A análise de agrupamento de dados desenvolvida aqui, em que as freguesias foram a unidade de análise, permitiu-nos ficar a conhecer a distribuição espacial das desigualdades no município de Lisboa. Identificámos quatro grupos de freguesias, em que aquele com o rendimento médio mais elevado é também atravessado por um maior nível de desigualdade. Pelo contrário, o grupo de freguesias onde, em média, o rendimento médio é mais baixo é também o grupo em que as desigualdades nos rendimentos dos trabalhadores são menos pronunciadas.

Por outro lado, o agrupamento com o rendimento mensal médio mais alto e com os níveis de desigualdade mais acentuados é o mesmo em que as habilitações literárias são mais altas. No agrupamento menos desigual e com os rendimentos médios mais baixos, as habilitações literárias dos trabalhadores são as mais baixas do município.

Operação Stop: O que fazer e como reagir

Uma Operação Stop é um dos encontros mais frequentes entre automobilistas e a polícia. Regra geral, os agentes param um veículo se tiverem razões para suspeitar que foi cometida uma infração. Enquanto condutor, pode sentir-se ansioso, irritado com a demora ou preocupado com uma possível multa. Contudo, os agentes também estão preocupados com possíveis ameaças à sua segurança enquanto cumprem o seu dever.

Há muitas razões diferentes pelas quais pode ser parado por um dos nossos agentes.

  • Pode ter cometido uma infracção de trânsito.
  • Pode corresponder à descrição do suspeito de um incidente recente.
  • O agente pode achar que está com algum problema, precisa de ajuda, ou está de alguma forma em risco.
  • Pode ter testemunhado um crime.

Independentemente da razão, o agente precisa da sua colaboração.

Se for parado por um agente enquanto conduz, pode sentir-se confuso, ansioso ou até zangado. Estes sentimentos são naturais, mas não se esqueça de que as Operações Stop também são estressantes e perigosas para os nossos agentes. Só no ano passado, sete agentes da autoridade morreram e muitos outros ficaram gravemente feridos durante Operações Stop de rotina. As Operações Stop são particularmente perigosas durante o período noturno. A preocupação compreensível com a segurança de automobilistas e agentes da autoridade é a base para os procedimentos policiais.

O que deve então fazer se for parado?

Primeiro, tenha em consideração que há uma forma correta de parar durante uma Operação Stop. Não trave a fundo quando vir as luzes rotativas. Deve abrandar imediatamente o seu veículo e ligar o pisca. Encoste para a berma ou para uma rua lateral. O objetivo é parar o seu carro de forma a que não interfira com o trânsito. Se não for um sítio seguro para parar, conduza lentamente até um local mais apropriado. Permaneça no carro com o cinto apertado e desligue o rádio. Se tiver algum passageiro no seu veículo, peça que fique em silêncio durante todo o processo e com as mãos visíveis.

Deixe o agente à vontade. Desligue a ignição, fique no carro e mantenha as mãos no volante. Durante a noite, ligue a luz interior. Tenha à mão a carta de condução e documentos do carro, incluindo os do seguro, e esteja preparado para os apresentar ao agente caso sejam solicitados. Seja educado, permaneça calmo e não se queixe. Deixe as mãos vazias e visíveis (no volante, por exemplo), para que o agente as consiga ver durante todo o processo. Nunca toque ou resista ao agente enquanto este desempenha os seus deveres.

Se sentir que não foi tratado corretamente, fale com um supervisor ou leve a sua queixa a tribunal depois de terminada a Operação Stop. O agente não tem que o informar da razão para o ter parado antes de lhe solicitar que apresente os documentos necessários, como carta de condução, documentos do carro, seguro, etc. O agente pode legalmente ordenar-lhe, assim como a qualquer passageiro, que saia do carro a qualquer momento durante a Operação Stop; não tem o direito de falar com um supervisor ou com qualquer outra pessoa antes de cumprir as solicitações do agente, desde que dentro da lei.

Se for parado por um agente, lembre-se:

  • Um agente pode pará-lo a qualquer momento por uma infracção de trânsito ou investigação criminal.
  • Quando vir as luzes rotativas e/ou ouvir a sirene, mantenha-se calmo e encoste paralelamente e com segurança à direita da estrada.
  • Permaneça no seu veículo a não ser que o agente lhe peça para sair.
  • Mantenha as mãos no volante para o agente as conseguir ver.
  • Evite movimentos repentinos, sobretudo na direcção do chão, do banco de trás ou do banco do passageiro.
  • Espere que o agente lhe peça a sua carta de condução e outros documentos antes de pegar neles. A lei do estado da Geórgia obriga os condutores a apresentar a sua carta de condução, documentos do carro e do seguro quando solicitados.
  • Se os documentos estiverem fora do seu alcance, diga ao agente onde estão antes de lhes pegar.
  • Se a Operação Stop acontecer durante a noite, ligue as luzes interiores para o agente conseguir ver facilmente que está tudo em ordem.
  • Enquanto condutor, é responsável pelo seu veículo e pelos seus ocupantes. Se houver passageiros no seu veículo, encoraje-os a manter-se calmos e a colaborar com as instruções do agente.
  • Seja honesto com o agente. Se de facto não viu o sinal de Stop ou não tinha noção do limite de velocidade, informe o agente.
  • Mais do que um agente pode estar presente numa Operação Stop para garantir que está tudo bem. É normal estarem dois ou três veículos policiais numa Operação Stop de rotina.
  • Se lhe passarem uma multa, aceitá-la ou assiná-la não é uma admissão de culpa. Se achar que as instruções ou as razões para o terem parado são vagas ou pouco claras, peça mais detalhes ao agente.
  • Evite ser argumentativo. Discutir não vai fazer o agente mudar de ideias. Terá a oportunidade de contestar a multa em tribunal.
  • O cumprimento das leis de trânsito ajuda a manter toda a gente segura.

Cada situação é única e os agentes da autoridade têm que alterar as suas respostas para se adequarem às circunstâncias. Normalmente, os agentes da autoridade:

  • Comunicam o seu nome se isso lhes for pedido.
  • Se estiverem à paisana, apresentam a devida identificação; pode pedir para analisar as suas credenciais para confirmar que são de facto polícias.
  • Se estiverem num carro não identificado, usam luzes rotativas. Compreendem se conduzir lentamente até uma zona bem iluminada ou mais populosa antes de parar o seu veículo.
  • Informam as pessoas das razões pelas quais foram paradas.
  • Só prendem uma pessoa se tiverem causa provável para acreditar que a pessoa cometeu um crime.
  • Podem revistar uma pessoa para evitar ferimentos a si próprios ou outras pessoas, ou para impedir a alienação ou destruição de provas.